Começou a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Para marcar esta nova etapa, na qual todos os olhos estarão voltados para TV, peço a sua atenção.
A sua participação é fundamental para nossa vitória!
Teremos ainda um mês e meio de campanha. Nesse período, precisamos do seu apoio no contato direto, pedindo votos para os amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho e nas redes sociais (orkut, facebook, twitter, ning...etc). Esse é o diferencial da nossa campanha, ou seja a mobilização, pois temos
história, realizações e propostas.
Nosso partido agradece!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Lei de Diretrizes Orçamentárias (Aposentados)
Aumento real das aposentadorias garantido para 2011
Lula sanciona Lei de Diretrizes Orçamentárias
Aposentados 10/08/2010
O aumento real para aposentados e pensionistas que ganham acima do salário mínimo está garantido por lei também para o próximo ano. O presidente Lula sancionou hoje, 10, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2011, conforme aprovada pelo Congresso Nacional no dia 7 de julho.
A COBAP, que participou de reuniões para a aprovação da LDO na Comissão Mista de Orçamentos, fará parte das negociações de novo índice de reajuste dos benefícios previdenciários, porém o resultado sairá somente após as eleições de outubro devido ao recesso branco no Congresso Nacional.
Aposentados e pensionistas comemoram mais uma vitória para o segmento. “Ainda temos muitas lutas pela frente para conseguirmos de fato dignidade para nossa categoria, mas a garantia de um aumento real já pode ser considerada um avanço”, afirmou o presidente da COBAP Warley Martins.
Para 2011, é prevista a meta de superávit primário de R$ 125, 5 bilhões, sendo R$ 81,76 bilhões para os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social e R$ 7,61 bilhões para o Programa de Dispêndios Globais. O texto foi publicado nesta terça-feira (10) no Diário Oficial da União.
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COMO O ELEITOR SE INFORMA PARA DECIDIR VOTAR!
1. O último Datafolha perguntou como os eleitores se informam para decidir seu voto. São duas formas de perguntar. Na primeira, o pesquisado cita apenas um meio. Na segunda, pode citar três. A internet sozinha fica com 7%, um número expressivo, pois se iguala ao rádio e se aproxima dos jornais, estes com 12%. Na segunda, a internet sobe para 27%. Claro, a TV, o grande veículo de massa, continua disparado em primeiro lugar: 65% e 88% respectivamente.
2. Mas há uma diferença: a TV é como se fosse uma chuva que atinge a todos. A internet é como uma mangueira de regar que só chega a pontos para onde é direcionada. Internet e Conversa com Amigos devem ser somadas. Uma é um boca a boca eletrônico e outra boca a boca direto. A soma na segunda pergunta alcança 59%. Mas a chuva da TV pode não chegar a quem está abrigado. Quem individualiza é a internet e a conversa entre amigos.
3. E ainda se acresce um dado fundamental. A comunicação direta via conversa com amigos e via internet tem um poder muito maior de transformar eleitores em multiplicadores, quando o eleitor passa a ser um indutor do voto. A TV espalha a informação. O boca a boca eletrônico ou direto fixa a informação, ou dispersa, subtrai o impacto ou multiplica.
4. (Folha SP, 28) A televisão é o principal meio de comunicação utilizado pelos eleitores brasileiros para se informar sobre os candidatos que disputam as eleições neste ano. Segundo o Datafolha, 65% dos entrevistados afirmam que a TV é a mídia preferida para obter informações. Os jornais aparecem em segundo lugar, com 12% de preferência, e a internet e o rádio vêm em terceiro, com 7% cada um. Conversas com amigos ou familiares são apontadas por 6%.
5. (Folha SP, 28) Quando o Datafolha pede para os entrevistados citarem três meios de comunicação usados para se informar: 27% mencionam a internet, que fica atrás de conversas com amigos e familiares (32%). A TV é lembrada por 88% e continua em primeiro lugar. Em segundo vêm os jornais, com 54%, e rádio aparece em terceiro, com 52%. O Datafolha ouviu 10.905 eleitores em 379 municípios de todo o país (exceto Roraima). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais./b>
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A primeira pedrada

Roberto Freire*
Ameaçada de uma morte brutal, a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani conta apenas com a solidariedade internacional e a pressão das sociedades democráticas para continuar viva.
A dificuldade é que o Irã, hoje, está cada vez mais isolado no cenário internacional. É um país que não tem amigos, apenas cúmplices.
A diplomacia brasileira, no atual governo, tem-se revelado destituída de quaisquer princípios que historicamente nortearam nossas relações com outros países, aderindo - de maneira prazerosa, o que é indecoroso - à lógica pura e simples do business.
O presidente e o Ministério das Relações Exteriores exibem desenvoltura no trânsito com governos que contrariam não apenas os princípios democráticos, mas também os mais comezinhos direitos humanos na África, América Latina, Oriente Médio, onde quer que seja...
No caso de Sakineh, uma prática punitiva, oriunda de tempos remotos e primitivos, foi atualizada pelo regime teocrático do Irã. É um inadmissível atentado às conquistas da dignidade humana nos últimos três séculos.
Desde que foi instalado o novo regime no Irã, a perseguição política tornou-se regra. Os primeiros alvos, como sempre, foram os comunistas e socialistas; depois, o Estado teocrático voltou-se contra opositores, todas as espécies de minorias (religiosas, sexuais etc.), culminando com uma implacável sanha para cassar as conquistas das mulheres, tanto nos centros urbanos quanto nas zonas rurais.
A covarde violência que sofre Sakineh Ashtiani, coberta com o manto de uma tradição cultural, conforme justificam os próceres dessa teocracia medieval, na verdade é uma agressão a todas as mulheres. E a todos os seres humanos.
Nossa chancelaria já patrocinou espetacular escárnio, ao apoiar o Irã nos fóruns internacionais na controversa questão de sua política de desenvolvimento de um arsenal nuclear longe do controle da agência internacional responsável para garantir que não surjam novas armas nucleares.
Não bastasse esse absurdo, o governo do Brasil está agora a defender, junto à ONU, que a organização evite censurar os países que violam os direitos humanos!
Foram justamente os órgãos que compõem a ONU que, ao longo de décadas, contribuíram para que os países adotassem a carta de princípios que reconhece e garante os direitos humanos como elemento distintivo das democracias.
Por exemplo: foi por conta do trabalho de apoio a entidades humanitárias que o Brasil, no período da ditadura militar, teve que prestar contas de presos políticos, de mortos e desaparecidos pelo regime.
Nesses organismos, também, as forças de oposição conseguiram apoio para conseguir a democratização do país.
É justamente o apoio internacional que garante, aos que lutam por direitos humanos e democracia em seus países, um mínimo de segurança e visibilidade nas lutas que travam.
Para os que sofrem perseguição, tortura e ameaça de morte, a omissão das pessoas e dos governos é a primeira pedra que se atira no rosto da dignidade humana.
Liberdade e respeito a Sakineh Mohammadi Ashtiani!
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*Roberto Freire é presidente nacional do PPS. Este artigo foi publicado originariamente no jornal eletrônico Brasil Econômico, em 6.8.2010.
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